A teoria explica e a empiria comprova: a expansão monetária afeta os preços

“O que causa o quê? A quantidade de dinheiro cresce rápido porque os preços crescem rapidamente ou é o contrário?” (FRIEDMAN e FRIEDMAN, 2016)

É um consenso acadêmico que a expansão monetária venha a causar uma inflação futura. E que a inflação é caracterizado pela aumento generalizado do índice de preço. Para os austríacos, isso não é diferente. O corpo teórico da Escola Austríaca admite a inflação como a expansão da base monetária e que, também, acarretará um aumento no índice geral de preços.

“Os inflacionistas de maior renome reconhecem que qualquer aumento substancial da quantidade de moeda reduzirá o poder aquisitivo de cada unidade monetária”

Quando Hazlitt (2010) afirma isso, fica claro que até mesmo os inflacionistas reconhecem o que causa a inflação, porém, ele comenta que estes mesmos teóricos defendem a inflação. De acordo com Hazlitt:

“Isso, porém, não os perturba. Pelo contrário, é essa precisamente a razão por que desejam a inflação. Alguns deles alegam que esse resultado torna melhor a posição dos devedores pobres, comparados aos credores ricos. Outros são de opinião que a inflação estimula as exportações e desencoraja as importações. Outros, ainda, entendem que é remédio essencial para a cura de uma depressão, ‘para facilitar a decolagem da indústria’ e para proporcionar ‘pleno emprego’”

Fica claro que, de fato, existe um consenso sobre a expansão monetária como a causa da inflação e que, o maior ponto de divergência dos famosos inflacionistas, é se essa é, ou não, uma consequência econômica desejada.

O dinheiro e seu significado

Para Weatherford (1999) o dinheiro precisa ser aceito como um meio de troca. Ele, o dinheiro, poderá ser representado por uma commodity, que possuiria um valor para si e ainda pode ser consumido, diferente do papel-moeda que podem perder, facilmente, seu valor nominal.

Para a ortodoxia acadêmica, além da necessidade ser aceita como troca, a moeda deverá ser também capaz de mensurar o valor, ou seja, os bens e serviços disponíveis também possam ser convertidos em termos da unidade monetária vigente. Eles também admitem que é necessário servir como reserva de valor, podendo guardar a riqueza e, também, deve ter a capacidade de saldar dívidas, geralmente garantido pelo Estado.

Os postulados austríacos, talvez por ter influenciado em algumas considerações da teoria monetária que foram absorvidos pela atualidade, não são muito diferentes. Ainda que eu já tenha comentado sobre, o postulado austríaco sobre a teoria monetária admite que, para que o fenômeno do dinheiro aconteça, deve-se estar sob a condição de uma economia de divisão de trabalho e baseado na propriedade privada.

O dinheiro, de fato, é um facilitador de troca. Indivíduos terão moedas em posse, pois, estás possuirão uma utilidade marginal maior. Ela servirá para ser trocada por bens e serviços no futuro, baseando-se nas informações do passado. O indivíduo não sabe, exatamente, o que demandará no futuro e, se a moeda não existisse, ele também não saberia o que produzir para trocar pela demanda futura. A moeda, então, acaba por resolver este problema.

“Sempre considerei útil explicar a meus alunos que é pena qualificarmos o dinheiro como substantivo, e que seria mais útil para a compreensão dos fenômenos monetários se “dinheiro” fosse um adjetivo descrevendo uma propriedade que diferentes objetos poderiam possuir, em graus variados. “Moeda corrente” é, por esse motivo, uma expressão mais adequada, uma vez que objetos podem ter curso, em graus variáveis, e em diferentes regiões ou setores da população.”

O que Hayek (2017) argumenta, é que a moeda possui um grau de aceitação dependendo das condições que ela se encontra. Por exemplo, acredito que grande maioria das pessoas acharia um absurdo alguém classificar o dólar como um não-dinheiro, pois, ele não seria aceito por alguém ou um conjunto de indivíduos. Podemos admitir, claro, que ele possui um baixo nível de dinheirabilidade neste contexto hipotético, o que me parece coerente a explicação Hayekiana do dinheiro.

De tudo discutido até agora, parece-me claro que existe uma íntima relação entre as trocas — principalmente em uma economia complexa — e o dinheiro. Para justificar a afirmação de que a expansão monetária causa aumento generalizado no preço, farei uma breve argumentação sobre a relação do dinheiro com as trocas e os preços gerais.

Troca, preço e o dinheiro como um intermediário

Conforme já comentei em alguns escritos, a troca possui um requisito necessário que a valorização inversa. Ou seja, eu preciso valorizar mais o vou receber do que vou renunciar. Caso este requisito não ocorra, por conclusão lógica, a troca não ocorrerá. Esta valorização precisa ocorrer até que a troca esteja completa. Digo isso, pois, é muito comum acharmos que este teorema econômico é falso uma vez que já trocamos algo e nos arrependemos da troca posteriormente. Por isso é importante entender que você receber um recurso — ou uma prestação de serviço — na renúncia de outro recurso — ou prestação de serviço — pelo fato de você valorizar mais o que receberá uma que você tem a expectativa de que este recurso, que você irá receber, é o recurso que você julga ser necessário para atingir seu fim mais valoroso.

Quando abrimos, de fato, mão em detrimento de algo, ficará sinalizado historicamente o preço da troca — o grau de divisibilidade entre os recursos permutados. Pode ser que eu abra mão de R$ 2,00 por uma garrafa de água de 500 ml e que, se isso ocorrer, caracterizará o preço da troca. O preços nos diz muita coisa e nos esconde outras. Por exemplo, ainda no caso da garrafa d’água, pode não ser de conhecimento do vendedor, mas dependendo da situação em que me encontro, eu poderia renunciar até R$ 4,00 pela garrafa de água. Portanto, existe um grau de renúncia que tenho sobre minhas moedas em detrimento dos demais recursos ou serviços — de agora em diante, usarei só o termo “bens” ou “recursos”, mas já está considerando o setor de “serviços”.

Haverá “n” fatores que determinarão o grau de renúncia. Além do conjunto de valorização dos objetivos que pretendemos alcançar, há também a restrição orçamentária e o desejo de manter saldos em caixa. Todas estas questões, afetarão nossas decisões que, portanto, afetarão os preços vigentes. Tudo que venha a incentivar ou penalizar os fatores que levam a termos um determinado grau de renuncia, portanto, afetará os preços de alguma forma. Faz sentido admitir que, caso eu tenha nenhuma vontade de manter saldo em caixa, uma redução na minha restrição orçamentária — aumento de minha renda — fará com que eu aumente meu consumo e que de acordo com os preceitos mercadológicos, ceteris paribus, farão com que o índice de preço geral num tempo t+1 seja maior que o índice de preço geral num tempo t.

Meu argumento aqui é buscar demonstrar que existe uma relação entre o comportamento da oferta monetária e o preço na economia — uma vez que os índices de preços estão sob a condição da conjectura atual da moeda. O que fiz aqui, foi demonstrar que existem preferências reveladas entre moedas e demais bens e serviços, e que essas preferências determinarão as trocas entre moedas e recursos que, por sua vez, vai evidenciar o preço. Portanto, existe um vinculo claro entre a moeda — que estará sob as leis da oferta e da demanda como todo recurso — e os preços expressos na nossa economia.

“E, como no que diz respeito a todos os outros bens, são as mudanças na relação entre demanda por e oferta de moeda que produzem as mudanças na relação de troca entre moeda e os bens vendáveis (MISES, 2017).”

A demanda por moeda

Para a ortodoxia acadêmica, há dois tipos de moedas, a moeda manual — papel moeda — e o depósito a vista — os depósitos pelos quais você poderá emitir cheque, geralmente contas correntes não remuneradas por juros em bancos comerciais— , ou seja, o “estoque de ativos mantido na forma de dinheiro em espécie, contas correntes e ativos intimamente relacionados (DORNBUSCH e FISCHER, 2013)”.

Os postulados austríacos não são muito diferentes, o que foi comentado agora pouco é que a demanda por moeda é o desejo do indivíduo em manter saldo em caixa “às vezes quer manter um encaixe maior, às vezes um menor; em casos excepcionais, pode até renunciar a manter qualquer encaixe¹ (MISES, 2017)”. O corolário que podemos tirar dessa citação de Mises é que o saldo por moeda, não é apenas um resíduo após descontado o consumo, mas, sim, a expressão da demanda por moeda frente aos demais bens e serviços valorados pelo indivíduo.

Para chegarmos a qualquer ponto em que possamos ter uma reposta clara sobre o que faz um indivíduo demandar moeda, devemos tentar entender o que faz ele aceitar e usar a moeda. A moeda, tanto pela sua necessidade quanto pela sua escassez, é um bem econômico. Sua escassez e a sua função — servir como meio de troca e todas as outras particularidades derivada da função primária — fará com que as pessoas demandem moedas. A demanda por moeda é intimamente ligada, novamente, com os desejos individuais das pessoas de manterem saldo em caixa².

“Os economistas têm tentado enumerar os fatores que no contexto de um sistema econômico podem aumentar ou diminuir a demanda de moeda. Tais fatores são: os números populacionais; o grau em que as famílias suprem autarquicamente suas necessidades ou que produzem com vistas a suprir as necessidades de outras pessoas, vendendo seus produtos e comprando mercadorias; a distribuição da atividade comercial e das épocas de pagamento, ao longo do ano; a existência de instituições para o ajuste de débitos que se anulam mutuamente, do gênero câmaras de compensação (clearinghouses). Todos esses fatores, sem dúvida, influenciam a demanda de moeda e o nível de encaixe dos diversos indivíduos e firmas (MISES, 2017).”

Ainda que concorde com alguns conceitos ortodoxos sobre a demanda por moeda, Mises (2017) atribui o elemento decisivo para a demanda por moeda como o julgamento de valor das pessoas. Este julgamento, é claro, poderá evidenciar a vontade em manter saldo em caixa dos agentes. Por isso podemos admitir que “a demanda de moeda é determinada pela conduta das pessoas que desejam adquiri-la para mantê-la em caixa (MISES, 2017)”

Política monetária: como a expansão monetária ocorre

Atualmente, o banco central é quem fará o controle da quantidade nominal por moeda (DORNBUSCH e FISCHER, 2013), porém esta dependerá da criação, de forma subsequente, de moeda pelo sistema bancário comercial e da estrutura organizacional do sistema financeiro presente no país. (LOPES e ROSSETTI, 2011).

A oferta monetária, também conhecida como expansão monetária, pode ocorrer através de diversas ferramentas. O Banco Central, por exemplo, poderá aumentar a moeda nominal por meio de operações no mercado aberto (BLANCHARD, 2011).

A politica monetária busca seguir, pelo menos teoricamente, o grau de liquidez que é organizado em quatro agregados monetários³. Os agregados monetários são divididos em quatro: M1, M2, M3 e M4.

M1: Refere-se ao papel moeda em poder do público somando os depósitos a vista⁴;

M2: Ele será o M1, somando os depósitos especiais remunerados, os depósitos de poupança, os depósitos para investimento e os títulos emitidos por instituições depositárias;

M3: Ele será o M2, somando as quotas de fundos de investimento e as operações compromissadas com títulos federais;

M4: Ele será o M3, somando aos títulos públicos de alta liquidez.

Para tonar visualmente mais claro, podemos, também, dividir os agregados da seguinte forma:

Os instrumentos mais utilizados pelo Banco Central para alargar a base monetária são: i) As alterações nas exigências de reserva legal dos bancos, onde um percentual especificado sobre os depósitos a vista ou a prazo onde é feito o recolhimento em moedas ou títulos de dívida pública; ii) As operações de mercado aberto, onde há compra e venda de títulos de dívida pública — otimização imediata de liquidez e; iii) as alterações nas taxas de redesconto do Banco Central, onde há linha de crédito do Bacen para bancos, com finalidade de resolução de problemas de caixa.

No ponto de vista de Friedman e Friedman (2016), admitir que uma inflação substancial seja sempre e em todos os lugares um fenômeno monetário é apenas o começo da compreensão da mesma. Tomando isso como premissa verdadeira, questiona-se a razão da impressão, de forma rápida, do papel moeda realizada pelo governo.

Portanto, a política monetária deve ater-se única exclusivamente a estabilidade do valor da moeda, precisando estar protegida das pressões políticas (Hayek, 2011), pois, a mesma pode prejudicar as relações econômicas estáveis (Hazlitt, 2010).

A teoria explica e a empiria comprova

Todo escrito até agora, foi dividido em: i) explicar a relação da moeda com o índice geral de preço, o que desencadeou o conceito de demanda e oferta por moeda; ii) explicar o que seria a demanda por moeda e; iii) explicar o que é oferta monetária.

Porém, ainda que tratemos aqui de algumas deduções a priori, já comentei que as manifestações dos teoremas econômicos no mundo se manifestam de formas diferentes. Vou buscar analisar, aqui, a intensidade da manifestação dos teoremas econômicos no Brasil. Vou buscar comparar o índice de variação da base monetária (M1) com o posterior alteração do índice geral de aumento de preços. Sabe-se que não vivemos em um mundo “hidráulico” e que as interações humanas tornam o fator tempo extremamente importante. Dito isso, não vejo sentido comparar a expansão monetária e o índice de tempo similares. Vou fazer oito testes econométricos para identificar a correlação entre as variáveis — uma vez que a causalidade já foi explicada, agora só preciso identificar o nível de correlação. Sendo n o tempo em mês, ΔM1n a variação da base monetária no tempo n e ΔIPCAn a variação do índice do preço geral no tempo n, testarei os seguintes cenários com as seguintes defasagens nos tempos:

i) Δp sendo uma variável dependente da ΔM1n-3

ii) Δp sendo uma variável dependente da ΔM1n-6

iii) Δp sendo uma variável dependente da ΔM1n-12

iv) Δp sendo uma variável dependente da ΔM1n-18

v) Δp sendo uma variável dependente da ΔM1n-24

vi) Δp sendo uma variável dependente da ΔM1n-30

vii) Δp sendo uma variável dependente da ΔM1n-36

viii) Δp sendo uma variável dependente da ΔM1n-48

Estas comparações apenas justificarão a correlação entre as variáveis, uma vez que a causa foi determinada aprioristicamente, conforme já comentei. Eu já comentei sobre o que é econometria, portanto farei um breve comentário sobre o que é um modelo de regressão⁵. Este modelo buscará estudar a dependência de uma variável dependente, em relação a uma, ou mais, variável explicatória, que buscará estimar o valor médio da variável dependente partindo dos valores da variável explicatória. Como já determinamos a causação, vamos buscar identificar a correlação usando o coeficiente de correlação, que, em outras palavras, medirá a força da associação entre as variáveis.

O modelo econométrico que irei expor, possui diversos critérios que descrevem determinadas qualidade do modelo. O “”, por exemplo, determinará o quão bem ajustado o modelo é quando comparado a realidade⁶. Um “” que resulte em “1”, demonstra uma perfeita adequação. Portanto, podemos tomar que, de forma vulgar, quanto mais próximo de “1”, mais “bem ajustado” é o modelo.

Foram usados 149 observações onde busco determinar a inflação (IPCA) como uma variável dependente da base monetária (m1). Os cenários testados mostram um bom ajustamento entre o modelo e o dados. Abaixo os modelos com seus níveis de associação linear:

i) ΔIPCAn = 5,208949*ΔM1n-3 + 57,96901 (R² = 0,886937)

ii) ΔIPCAn = 5,160955*ΔM1n-6 + 59,79315 (R² = 0,895115)

iii) ΔIPCAn = 5,046176*ΔM1n-12 + 63,42484 (R² = 0,922074)

iv) ΔIPCAn = 4,967614*ΔM1n-18 + 66,70103 (R² = 0,945392)

v) ΔIPCAn = 4,908347*ΔM1n-24 + 69,65739 (R² = 0,962449)

vi) ΔIPCAn = 4,978223*ΔM1n-30 + 71,4667 (R² = 0,970221)

vii) ΔIPCAn = 5,008710*ΔM1n-36 + 73,78705 (R² = 0,971808)

viii) ΔIPCAn = 5,249975*ΔM1n-48 + 77,14562 (R² = 0,971154)

O nível de associação linear parece-me um resultado considerável para admitirmos que existe uma clara correlação entre a expansão da base monetária e a inflação. Nossos resultados demonstram que o índice geral de preço pode ser explicado pela expansão da base monetária de 18 à 36 meses atrás — que foram os que mostraram os melhores resultados, conforme abaixo.

Deve-se ter em mente a contingência do conhecimento empírico e que os resultados deste estudo servem apenas para os dados aqui estudado. Seguindo o que considero a “boa linha” ortodoxa, é importante ressaltar que estes estudos de correlação que demonstram como os teoremas econômicos se manifestam no mundo devem ser replicados e analisados periodicamente. Portanto, fica aqui o incentivo para que estudos como estes sejam replicados, também, para ver como o fenômeno do preço se manifesta nos outros países.

Conclusão

A inflação é causada pela expansão da base monetária, pois, dependendo das conjecturas mercadológicas, fará como que haja mais oferta do que demanda monetária. Algo que eu percebi durante este escrito, mas que não havia tempo hábil para correr atrás, é que a produção também é um fator importante — assim como a poupança e outras variáveis que expressam a vontade dos indivíduos em manter saldo em caixa.

O texto iniciou explicando como a expansão monetária causa a inflação de forma apriorística, partindo de postulados praxeológicos, e finalizou demonstrando a correlação destes fenômenos. Ele seguiu justamente o que presa um bom manual de econometria.

Espero que este escrito sirva de incentivo para outros austríacos se adequarem aos estudos econométricos, ainda que eu tenha feito um teste de correlação relativamente simples e ter a pretensão de concluir que sim, a expansão na base monetária afeta os preços.

OBSERVAÇÕES

[1] Já comentei sobre.

[2] A demanda por moeda é comumente confundida com demande de empréstimo a curto prazo. Por isso atrela-se as conjecturas mercadológicas — oferta e demanda — da moeda a taxa de juros como se por estar alta, ela indicá uma escassez monetária

[3] Também é conhecido como base monetária. Refere-se ao volume monetário ofertado pela instituição que determinará a sua oferta, no nosso caso, o Banco Central — ainda que ele determine a oferta, não é ele quem fabrica a moeda, sim a Casa da Moeda.

[4] Os depósitos a vista são agregados de dinheiro que os bancos possuem mas que tem livre movimentação e sem remuneração.

[5] De acordo com Gujarati, “o termo regressão foi criado por Francis Galton. Em um artigo famoso, Galton verificou que, em bora existisse uma tendência de que pais altos tivessem filhos altos e pais baixos tivessem filhos baixos, a estatura média das crianças nascidas de pais com uma dada altura tendia a mover-se ou ‘regredir’ à altura média da população como um todo. Em outras palavras, a altura dos fi lhos de pais mais altos ou mais baixos que o padrão tende a mover-se no sentido da altura mé dia da população. A lei da regressão universal de Galton foi confirmada por seu amigo Karl Pearson, que coletou mais de mil registros de altura de membros de grupos familiares”.

[6] Talvez eu dedique um conteúdo exclusivo sobre os critérios ecométricos, demonstrando ele na prática, mas, por hora, tomarei eles como compreendido pelo público.

REFERÊNCIAS

FRIEDMAN, M.; FRIEDMAN,R. Livre para escolher. 3. ed. — Editora Record. Rio de Janeiro — RJ. 2016.

GUJARATI, Damodar N.; PORTER, Dawn C. Econometria Básica-5. Amgh Editora, 2011.

HAZLITT, H. Economia numa única lição. 4. Ed. — Editora Instituto Ludwig von Mises Brasil . Itaim Bibi — SP. 2010.

HAYEK, F.A. Desemprego e Política Monetária. 2. ed. — Editora Instituto Ludwig von Mises Brasil. Itaim Bibi — SP. 2011.

HAYEK, F. A. Desestatização do dinheiro. LVM Editora, 2017.

DORNBUSCH, Rudiger; FISCHER, Stanley; STARTZ, Richard. Macroeconomia. 11. ed. São Paulo: McGraw-Hill, 2013.

LOPES, João do Carmo; ROSSETTI, José Paschoal. Economia monetária. 9. ed. rev., ampl. e atual São Paulo: Atlas, 2005.

VON MISES, Ludwig. A ação humana. LVM Editora, 2017.

WEATHERFORD, Jack. A história do dinheiro. São Paulo: Negócio Editora, 1999. Disponível em: <http://portalconservador.com/livros/Jack-Weatherford-A-Historia-do-Dinheiro.pdf>. Acesso em: 08 nov. 2016.

WOOLDRIDGE, Jeffrey M. Introdução à econometria: uma abordagem moderna. 1. ed São Paulo: Cengage Learning, 2011.

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Henrido

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